Loja é assaltada e polícia, que fica a 400 metros do local, só chega depois de 20 minutos

Fonte:

Vendedora ficou sob a mira de uma arma por 10 minutos. PM que atendeu ao chamado não soube explicar a razão da demora

Tamanho da fonte: Decrease font Enlarge font
{article.get_image_caption} Loja assaltada em Jardim da Penha

Uma vendedora ficou sob a mira de um revólver por cerca de 10 minutos durante um assalto a uma loja de lingeries na manhã desta sexta-feira (29). O curioso, neste caso, é que a Polícia Militar, que tem uma unidade a 400 metros do local do crime, só chegou para atender a ocorrência 20 minutos depois que o assaltante havia deixado a loja.

A vendedora, que terá o nome preservado por questão de segurança, contou que por volta das 9h30, um rapaz de aproximadamente 19 anos, branco, cabelos e olhos castanhos, chegou à loja e logo anunciou o assalto. Uma cliente que estava no local também foi mantida refém durante a ação.

"Fiquei quase louca! Ele chegou, anunciou o assalto e queria o dinheiro em caixa. Também pediu meu celular, mas como não achei na minha bolsa, ele se contentou com o dinheiro, que era cerca de R$ 260,00, e foi embora tranquilamente", contou a vítima.

De acordo com a vendedora, o assaltante usava camisa branca, bermuda vermelha e tênis branco. Esta foi a primeira vez que a loja foi assaltada, mas mesmo diante do incidente, o proprietário não permitiu o fechamento do comércio.

Polícia foi acionada

Logo após o assaltante deixar a loja, a comerciante ligou para a Unidade de Polícia Interativa que a Polícia Militar mantém na Praça Regina Frigeri Furno, a poucos metros da loja. No entanto, uma viatura policial só chegou para atender ao chamado depois de 20 minutos, de acordo com a vítima. A pé, é possível fazer o trajeto entre o posto policial e a loja em 3 minutos.

"Esta rua é muito abandonada. Ter um posto da PM aqui perto é a mesma coisa que nada. As ruas ficam vazias, nunca vi policiamento passando por aqui", reclamou a mulher. Procurado pela reportagem, o cabo Angeli, que atendeu ao chamado, não soube explicar o atraso no atendimento.

"Eu estava sozinho aqui na unidade, e não podia sair. Assim que recebi a ligação da vendedora, liguei para a nossa central. Se a viatura só chegou aqui depois de 20 minutos, não posso fazer nada", justificou o militar.

Subscribe to comments feed Comentários (0 postado):

total: | exibindo:

Comente comment

Por favor repita a imagem:

Desenvolvido por Gregorio Junior v4.1.1